
Gavira
Escultor. Pintor. Escritor.
“Comecei a modelar barro antes mesmo de aprender a ler.”

Bloco I
As Origens
Nasceu no interior do Brasil, onde o barro vermelho da terra foi seu primeiro material. Antes da escola, antes das palavras, havia o gesto — as mãos sujas, a forma que aparecia de dentro da matéria.
Herdou da família espanhola a aversão ao conformismo. Procurou sempre por algo que pudesse ser transformado, alterado de acordo com seu sonho.
Bloco II
A Linguagem
Não aceitando as ondas culturais impostas, voltou às bases. Estudou anatomia humana com obsessão de médico. Desenhou usando o lado direito do cérebro até que a mão obedecesse ao olhar.
Pesquisou a fundo o grande segredo da natureza percebido pelos egípcios e estudado pelos mestres da Grécia Antiga: a Proporção Áurea. A matemática secreta da beleza, dissolvida no inconsciente.


Bloco III
A Obra
Com as informações consolidadas no inconsciente, Gavira explicita seus “monstros”, seu sonho — e faz com que seus trabalhos pareçam nascer espontaneamente. Bronze, resina, moldagem, pintura, palavra.
Cada material é uma língua diferente, e ele aprendeu a falar todas. Da figura humana ao objeto imaginário, da escultura ao livro, o percurso é um só — o de quem persegue a forma onde ela vive.
O Artista
Retratos
Sobre o artista
Depoimentos
Gavira é meu artista Zen. Gavira é meu escultor Tao.
Gavira, o escultor, profissional da ciência e homem de família. Nos seus caminhos, Gavira capta a vibração do seu talento artístico que clama pela necessidade de expressar-se. Para esse fim, estuda anatomia humana, capacita-se no desenho com o uso do lado direito do cérebro, procura os conhecimentos da história universal, estuda profundamente o pensamento dos egípcios e mestres da Grécia Antiga — a Proporção Áurea. A obra de Gavira possui uma profunda coerência evolutiva que, sem dúvida, demonstra o seu processo de amadurecimento pessoal e condição de captação e revelação das emoções humanas através da arte. Suas esculturas, às vezes, dão a sensação de que podem viver separadas. Elas têm a graça e a liberdade para estarem separadas. Mas, logo que se unem, explodem em energia e resplandecem em algo mágico.
“A arte abstrata não existe. Um dos grandes desafios da arte contemporânea é se libertar dos rótulos. Antes de se preocupar em pesquisar novas visualizações e técnicas, muitos jovens desejam se enquadrar dentro de alguma tendência, estilo ou nomenclatura, como se fosse um bote salva-vidas para a construção de uma carreira plástica. — Texto para a exposição “AREA ARTIS”, da qual Gavira participou com várias esculturas.”
“Gavira vê a arte contemporânea rica em movimentos conceituais, somados às novas tecnologias. O artista trabalha em outras dimensões, buscando uma arte mais consolidada em caminhos e mistérios.”
O Ateliê
Entre o silêncio e o bronze, entre a luz e a forma — é aqui, no ateliê, que cada obra encontra sua alma. Um espaço de criação onde o tempo para e as mãos falam mais que as palavras.
“O bronze não obedece — ele conversa. Cabe a mim ouvir o que ele quer ser.”
“No silêncio do ateliê, a forma vem antes da palavra. Eu apenas a deixo passar.”
“O ateliê não é onde o artista trabalha. É onde ele existe.”
Palestras
Proporção Áurea
Gavira ministra palestras sobre Proporção Áurea — a matemática secreta da beleza percebida pelos egípcios e estudada pelos mestres da Grécia Antiga — para pequenos grupos de arquitetos, decoradores e demais profissionais ligados ao design e às artes visuais.
Encontros conduzidos pessoalmente pelo artista, com vagas limitadas. Interessados, entrar em contato.
“A arte não é o que você vê. É o que você faz os outros sentir.”
